| «A táctica da equipa era muito simples; dois carros com um ritmo mais elevado procurando desgastar a concorrência, e outros dois para assegurar o resultado. Seriam os dois mais rápidos a resistir à longa batalha, repetindo o que aconteceu em 1988. Estou contente por ter participado em mais esta grande vitória da Jaguar, mesmo depois do abandono do carro onde inicialmente corri, mas mais do que a satisfação pessoal, quero dedicar este resultado a toda uma equipa, que na pista, boxes e em Kidlington, quando constrói os carros, apresenta sempre uma competividade digna de nota.» |
| «Habituados que estamos às corridas americanas onde nunca os Nissan ultrapassaram dezoito das 24 horas de Daytona, a táctica foi atacar até essa hora e depois fazer contas para adoptar o andamento mais indicado. Tal acabou por não ser necessário face aos Nissan, que tinham já abandonado a luta, mas o Porsche-Brun obrigou-nos a uma constante atenção, tanto mais que desde as primeiras horas do dia a caixa do Jaguar tinha perdido a quarta velocidade. Uma vitória difícil, mais saborosa ainda do que a alcançada em Daytona, pois o traçado actual com as duas chicanes é muito exigente.» |
| «Tenho que agradeçer ao Tom Walkinshaw este novo convite para participar em Le Mans, mas também ao John e ao Martin pelo seu extraordinário empenho na condução do Jaguar principalmente quando me substituiram durante as horas de maior calor, onde sofri bastante no habitáculo devido à gripe que me afectou durante toda a semana.» |