1955 «Depois de passar o Mercedes de Levegh em Arnage, passei pelo Austin-Healey entre White House e as boxes e, depois de ter dado o sinal de mão necessário, travei e entrei nas boxes, de acordo com as instruções das boxes, dadas no decorrer da volta anterior. Na minha opinião, permiti tempo suficiente para que o piloto de qualquer carro seguinte estivesse ciente de minhas instruções e para que tomasse as medidas necessárias, sem perigo para os outros.» |
1955 «Após ultrapassar o Mercedes de Levegh em Arnage, ultrapassei o Austin-Healey entre a curva de «Maison Blanche» e as boxes e, tendo feito o sinal de mão necessário, travei e entrei nas boxes de acordo com as instruções dadas durante a volta anterior. A meu ver, dei tempo suficiente para que o condutor de qualquer carro atrás de mim se apercebesse das minhas intenções e tomasse as medidas necessárias sem colocar os outros em perigo.» |
1958 «Tomei o lugar de Peter (Colins) pelas 10 horas da noite e aventurei-me sem qualquer alegria entre a chuva e o frio. Estávamos a cerca de 6 voltas dos líderes, Phil (Hill) e Ivor (Bueb) que tinha rendido Duncan (Hamilton) no Jaguar D. Eles não paravam de me ultrapassar com uma monótona regularidade... Lembro-me de ter desejado estar ao volante de um Jaguar Tipo D. Tinha guiado um, com Ivor, em 1955 e tinhamos ganho: tinha também chovido nesse ano e o carro portou-se maravilhosamente sobre o molhado; invejava realmente Duncan e Ivor. Não ficava bem culpar a Ferrari, simplesmente a deslocação de ar sobre este tipo de carroçaria atirava-nos com tudo sobre o nosso corpo e não estava, de modo algum, protegido como no Jaguar. (Sobre o Jaguar D.)» |